PetraGold fecha parceria com MAM Rio e garante visitação gratuita na reabertura do museu a partir de 12 de setembro

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Foto crédito de Cristina Granato (tirada antes da pandemia): da esquerda para direita – Fabio Szwarcwald, diretor executivo do MAM e Eduardo Braule-Wanderley, CEO do Grupo PetraGold

Para a empresa a arte é um bem imensurável, por isso, investe na manutenção do museu e ainda possui um teatro na capital carioca;

O contrato de patrocínio entre PetraGold e MAM Rio é de 2 anos e equivale a pouco mais de 2 milhões de reais;

No total, o grupo investiu este ano, cerca de um milhão em diversas ações relacionadas à cultura

Rio de Janeiro – setembro de 2020 – No cenário pós-pandemia, o setor privado é um importante aliado na retomada das instituições de cultura. O segmento foi um dos mais impactados pela crise gerada pela Covid-19 e parcerias estratégicas com empresas privadas viabilizam iniciativas de fomento e acesso aos espaços que produzem cultura. É o caso do MAM Rio, que conta com o apoio da PetraGold, empresa de serviços financeiros sediada no Rio de Janeiro, e com isso é o primeiro museu fluminense a praticar o modelo de contribuição sugerida, prática comum em instituições norte-americanas para incentivar a ida das pessoas ao museu. No Brasil, apenas 30 museus, entre os mais de 3.000 catalogados pelo Ibram – Instituto Brasileiro de Museus, praticam a contribuição sugerida. Com isso, após cinco meses de portas fechadas, o MAM reabrirá dia 12 de setembro sem cobrança obrigatória de ingresso.

A instituição funcionará de quinta-feira a domingo. “As pessoas têm a liberdade de decidir como elas querem participar. Os visitantes podem optar por pagar o valor sugerido, contribuir com outra quantia que acharem justa ou entrar de graça”, afirma Fabio Szwarcwald que ocupa a direção executiva da instituição desde janeiro desse ano.

O MAM Rio sugere as contribuições conscientes de R﹩ 20 (adulto) e R﹩ 10 (estudantes e idosos). Para crianças, a entrada é franca. “É uma proposta nova que depende do engajamento do público e do apoio de empresas com consciência social, como o grupo PetraGold, para que seja perene”, ressalta Szwarcwald.

O contrato de patrocínio entre Petragold e MAM Rio é de 2 anos (parcelas e contrapartidas distribuídas ao longo de 2020 e 2021), e no valor total de R﹩ 2.080.000,00 (dois milhões e oitenta mil reais), de verba direta (sem uso de lei de incentivo) com isso será possível manter as atividades e empregabilidade do museu. A receita gerada pelas contribuições na visitação será investida no programa de Educação e demais frentes prioritárias de instituição. O diretor do MAM ressalta, ainda, que considera a PetraGold um parceiro de grande sensibilidade e compromisso com a cultura, que compreende o valor da arte e está engajado com o incentivo à educação, seja por meio do fomento das atividades cênicas ou das artes visuais.

Em março deste ano a PetraGold também alavancou a parceria do MAM Rio e o CAPACETE, programa de residências e intercâmbio artístico-cultural. O objetivo da parceria MAM | CAPACETE é desenvolver residências artísticas, fomentar pesquisas, intercâmbios internacionais e realizar programação pública de diálogos e outras atividades no espaço do museu. A parceria está prevista para durar dois anos.

“A arte é um bem imensurável da nossa sociedade e temos que apoiar esse setor que foi tão afetado pela pandemia da Covid-19. Seguiremos investindo na cultura nacional e acreditando que, assim, estamos contribuindo para o futuro do nosso país”, diz Eduardo Braule-Wanderley, CEO da PetraGold.

Teatro PetraGold

Não é de hoje que o Grupo PetraGold investe no bem cultural do país. Outra iniciativa da empresa na área é o projeto que marcou a revitalização da Sala Marília Pêra, no Leblon, Rio de Janeiro. O espaço foi revitalizado e rebatizado de Teatro PetraGold.

Também afetados pela crise Covid, o Teatro PetraGold estruturou um fundo emergencial de apoio a técnicos e artistas do segmento teatral. O projeto Ingresso Solidário surgiu como um auxílio aos profissionais mais impactados pela pandemia do novo coronavírus que teve que interromper as produções artísticas pelo País, deixando boa parte do setor cultural sem remuneração. O Ingresso Solidário contemplou cerca de 200 famílias com um auxílio mensal de R﹩500. A iniciativa foi aberta a profissionais de todo Brasil que comprovaram a necessidade da remuneração e não incluiu técnicos e artistas do Teatro PetraGold, pois os funcionários continuaram recebendo seus salários de forma integral e em dia, comenta André Junqueira, gestor do Teatro PetraGold. Neste ano, o grupo investiu cerca de um milhão de reais para ações relacionadas à cultura.

“A PetraGold reconhece a importância da cultura para a sociedade e segue investindo para garantir que, em breve, todos os espaços culturais possam voltar a apresentar seus espetáculos, shows e exposições”, destaca Eduardo Braule-Wanderley.

Foto crédito de Cristina Granato (tirada antes da pandemia): André Junqueira, gestor do Teatro PetraGold/ Eduardo Braule-Wanderley, fundador do Grupo PetraGold.
Redação Negócios Pro Br

Redação Negócios Pro Br

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