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ENTENDA OS BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO OPEN BANKING

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Rodrigo Pimenta, CEO da HubChain Tecnologia

Com a grande evolução dos sistemas financeiros atendendo não só a necessidade dos clientes como do hiato gerado em um cenário competitivo, a implementação do Open Banking promete mudar – mais uma vez – a maneira que o mercado financeiro disponibiliza seus serviços. Neste caso, os mais impactados com essa mudança serão os bancos e as fintechs, visto que os beneficiados serão os clientes finais.

Essa nova implementação, coloca o cliente como o “dono de suas informações” e, mediante seu consentimento, permite que outras empresas tenham acesso a todo histórico financeiro comportamental, gerando literalmente uma competição onde o maior vencedor é o cliente, pois dentre os benefícios se destaca o acesso a melhores taxas e serviços.

Alinhadas à Lei Geral de Proteção aos Dados (LGPD), lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, as expectativas do Banco Central são de que o Open Banking comece a funcionar até 30 de novembro deste ano, evoluindo ao nível total de sua implementação até outubro de 2021. Aliado com PIX, servirá como uma grande revolução dos meios de pagamento e base para os novos formatos (pós pandemia) de como as pessoas, empresas e serviços irão interagir entre si. Como exemplo, temos a utilização de saques de dinheiro em supermercados, bancas de jornais, padarias e início do inutilização das TEDs/DOCs, principalmente após a normativa “zerar” as taxas de envio para pessoas físicas e MEIs, exceto em caso de recebimentos por vendas ou fora do canal disponível no momento do pagamento.

É possível dizer ainda que, a partir disso, o sistema financeiro ficará mais transparente e competitivo. Porém, ainda isso ainda representa um desafio por somente beneficiar intermediários que possuem contas de pagamento “fechado”, em que o cliente possui uma agência, conta e banco para usufruir do seu próprio dinheiro ou contas de pagamento “aberta”, com geração de QR Code PIX de recebimento “dinâmico”. No Brasil, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, temos mais de 45 milhões de desbancarizados, o que torna a conversão dos mesmos muito difícil.

Por conta disso, inicialmente, acreditamos que as fintechs trabalharão somente para soluções Core Banking que utilizem contas de pagamento “fechado”. Essa implementação é obrigatória para instituições financeiras de porte S1/S2 e opcional para outros, dando uma margem para que possamos trabalhar com outras tecnologias e desenvolvimentos, ajudando a todos. Atualmente 762 instituições, incluindo bancos, financeiras, fintechs, instituições de pagamentos foram aprovados pelo Banco Central do Brasil para ofertar o PIX, a partir de 16 de novembro deste ano.

*Rodrigo Pimenta é engenheiro elétrico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Administração, Economia, Finanças e Operações pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Autor de publicação de Inteligência Artificial e Algoritmos Genéticos, com experiência de mais de 10 anos no Banco Itaú – onde atuou como um dos primeiros Arquitetos de TI Corporativo, CEO e fundador da empresa Hubchain Technologies cujo trabalho pioneiro dedica-se a oferecer soluções inovadoras em blockchain, inteligência artificial, open bank e criptomoedas para startups, médias e grandes empresas. Rodrigo participou de algumas grandes discussões com blockchain, inteligência artificial e criptoativos e é atualmente um dos maiores especialistas do segmento. Para saber mais, acesse: https://hubchain.com

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