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Veja lista dos principais patrocínios no futebol brasileiro

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Palmeiras e Flamengo puxam a fila dos mais valorizados do país

Atualmente, a maioria dos clubes do Brasil e do restante do mundo expõem o nome de grandes marcas pelo uniforme – camisa, calção e até mesmo nos meiões. Esse tipo de publicidade contribui para manter a saúde financeira equilibrada ou, em alguns casos, para a sobrevivência da instituição. Mas nem sempre foi assim. Até o início dos anos 80, esse tipo de divulgação não era permitido, e os times utilizavam uniformes “limpos”, apenas com os escudos estampados.

A história começou a mudar em 1982, quando, logo após o fim da proibição, o Democrata de Sete Lagoas, Minas Gerais, fechou acordo com o banco Agrimisa e a Equipe, empresa de materiais esportivos. A partir daí a prática tornou-se comum. Em alguns casos, os patrocínios alcançaram um patamar tão significativo que são lembrados até hoje, anos após o final da parceria.

Como exemplo, podemos citar o Palmeiras da Parmalat, que durou seis anos- 1993 até 1999 – e proporcionou aos torcedores alviverdes um time recheado de estrelas e onze títulos no total, com dois Brasileiros e uma Libertadores entre os mais importantes. Outro modelo de sucesso foi a parceria entre Fluminense e Unimed. A operadora de planos de saúde chegou ao clube em 1999, ano que o Tricolor disputou a terceira divisão do campeonato nacional, o pior momento da história do clube. Em 16 anos de união, interrompida em 2016, o gigante carioca se reergueu, levantando sete troféus, incluindo dois Brasileiros da primeira divisão e uma Copa do Brasil.

Visando essas histórias de sucesso, destacamos o top-5 dos principais patrocínios do país em 2021 em questão de valores. Confira:

1º Palmeiras/Crefisa/FAM (Faculdade das Américas): R$ 81 milhões anuais mais bonificações por rendimento pela exclusividade.

2º Flamengo/BRB (Banco de Brasília): R$ 35 milhões anuais mais variáveis

3º Corinthians/Neo Química: R$ 17 milhões anuais

4º Grêmio e Internacional/Banrisul: R$ 13 milhões anuais

5º São Paulo/Banco Inter: R$ 10 milhões anuais

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